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	<title>Glauciana Nunes</title>
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	<description>Um pouco de mim e do que penso do mundo</description>
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		<title>Mais gentileza para os nossos dias</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que eu gosto]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[
Refleti sobre a gentileza e a afetividade aqui em casa para um texto no Blog Coisa de Mãe. Pesquisando sobre o assunto me deparei com a feliz ideia de uma instituição que apoio, baseada em uma ação bem legal: o Movimento Mundial pela Gentileza (World Kindness Movement).
O movimento se originou no Japão, durante uma conferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/08/gentileza_menor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1586" title="gentileza_menor" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/08/gentileza_menor.jpg" alt="" width="690" height="321" /></a></p>
<p>Refleti sobre a gentileza e a afetividade aqui em casa para um texto no <a href="http://www.coisademae.com/2010/08/ensinemos-a-afetividade-a-nossos-filhos/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.coisademae.com/2010/08/ensinemos-a-afetividade-a-nossos-filhos/?referer=');">Blog Coisa de Mãe</a>. Pesquisando sobre o assunto me deparei com a feliz ideia de uma instituição que apoio, baseada em uma ação bem legal: o Movimento Mundial pela Gentileza (World Kindness Movement).</p>
<p>O movimento se originou no Japão, durante uma conferência em 1997, e prega que as atitudes gentis, e o cuidado em ser prestativo e atencioso com o próximo, possam despertar o mesmo sentimento em outras pessoas. Além disso, sua missão é inspirar atitudes simpáticas nos indivíduos e conectar as nações por meio da gentileza. O representante brasileiro do WKM é a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) e tem, basicamente, a mesma proposta do Movimento Mundial.</p>
<p>A ABQV tem sua sede na cidade de São Paulo e foi fundada em 1995, depois que um grupo de profissionais, de diferentes áreas ligadas à promoção de saúde e qualidade de vida, visitou programas de bem-estar em companhias americanas e canadenses. O papel principal da Associação é promover a interação e o desenvolvimento de profissionais voltados para atuação em qualidade de vida, formando opiniões de estilo de vida em ambientes saudáveis. Para isso, oferece diversos serviços e treinamentos para empresas que queiram deixar o ambiente de trabalho mais agradável.</p>
<p>Ser gentil faz bem para o corpo e para a mente. Mas, tão importante quanto ser educado com os outros é necessário empregar a gentileza como estilo de vida para si próprio, como afirma a psicóloga e vice-presidente de projetos da ABQV, Sâmia Aguiar Brandão Simurro. “As atitudes gentis são capazes de provocar uma sensação de alegria, que pode se transformar em calma e bem-estar posterior. Gentil é aquele que contribui para que o ambiente em que ele vive seja mais harmonioso”, enfatiza Sâmia.</p>
<p>A Associação tem diversos serviços e trabalhos voltados para empresas e companhias. Se quiser saber mais e entrar em contato, acesse <a href="http://www.abqv.org.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.abqv.org.br?referer=');">www.abqv.org.br</a>.</p>
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		<title>Brindo à vida, meus amores</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que eu gosto]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[
Eu celebro as boas coisas da vida. E, para mim, coisa boa mesmo é aquela simples, que acontece diariamente, no limiar das sutilezas, no caminho para o trabalho, no desenrolar de uma reunião, num almoço corriqueiro.
E eu compartilho com aqueles que eu amo as minhas conquistas. Por menores que sejam. Meus quilos perdidos, meu filho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/07/timtim2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1576" title="timtim2" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/07/timtim2.jpg" alt="" width="690" height="345" /></a></p>
<p>Eu celebro as boas coisas da vida. E, para mim, coisa boa mesmo é aquela simples, que acontece diariamente, no limiar das sutilezas, no caminho para o trabalho, no desenrolar de uma reunião, num almoço corriqueiro.</p>
<p>E eu compartilho com aqueles que eu amo as minhas conquistas. Por menores que sejam. Meus quilos perdidos, meu filho que se vira no chão pela primeira vez, o aniversário de um amigo querido, que me motiva a escrever novamente&#8230; tudo tão simples, tão ameno, mas tão festejado.</p>
<p>Eu brindo à vida. Brindo com suco de uva em copo de requeijão. Porque o que importa é o motivo a ser comemorado. E olha que a vida tem me dado tantos bons motivos para fazer tim tim todo dia.</p>
<p>E quer saber? O mais feliz de tudo é que sempre trombo pelo caminho umas poucas boas almas que topam comemorar minhas insanidades. Minha mãe, meu marido-amor-companheiro-amigo, meus filhos. Gente de coração grande, que sorri descaradamente quando conto que andei de patins e caí de bunda. Eles, que compartilham de minhas meninices. Sorte a minha ter gente tão amável por perto, viu?!?</p>
<p>E porque a vida só vale a pena assim: se brindada, compartilhada, sorrida, escancarada, dividida, comemorada&#8230; vivida e não apenas sobrevivida.</p>
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		<title>E não é que eu nasci pra ser mãe?! Ou renasci?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 18:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu não canso de dizer que a maternidade me transformou em uma nova pessoa. Parece piegas, mas eu renasci, virei outra, do avesso, depois que Eduardo me deu o presente de sua vinda. Tal qual a flor de lótus tatuada em meu ombro, eu ganhei vida nova depois que ele nasceu.
Precisei passar pelo susto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/dois1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1535" title="dois" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/dois1.jpg" alt="" width="690" height="270" /></a></p>
<p>Eu não canso de dizer que a maternidade me transformou em uma nova pessoa. Parece piegas, mas eu renasci, virei outra, do avesso, depois que Eduardo me deu o presente de sua vinda. Tal qual a flor de lótus tatuada em meu ombro, eu ganhei vida nova depois que ele nasceu.</p>
<p>Precisei passar pelo susto de uma gravidez não planejada conscientemente. Sim, porque não acredito que ninguém engravide sem querer, no descuido, no susto. Pura balela! Essas escapadas são reais desejos inconscientes de ter um filho.  Pois bem, passei pelo susto inicial, que felizmente não durou mais que uns 5 dias. Depois, ir gerando uma vida, dia a dia, mês a mês, já foi me fazendo mudar aos poucos.</p>
<p>Entretanto, tornar-se mãe é um processo. Não acontece simplesmente com o nascimento de um bebê, mas desde o momento que se descobre que ele está à caminho. E o parto é um outro momento forte de transição. É o marco de uma fase tão intensa. Sobretudo pela forma como eu optei que meu filho chegasse ao mundo: de parto natural, no qual eu fui a protagonista. Eu e ele, num movimento contínuo, num respeito mútuo, até a hora certa dele nascer.</p>
<p>E após isso, cada dia eu me tornava um pouquinho mãe. No difícil processo inicial da amamentação. Nas horas incansáveis de atenção. Nas tão temidas noites sem dormir. Na vigilância 24 horas pela educação de um filho. E assim eu fui tornando-me mãe.</p>
<p>E só depois disso é que consegui entender, perdoar e superar algumas atitudes de meus pais. Só depois da experiência da maternidade é que pude retomar contato com quem me gerou e nunca me teve por perto. Só depois de ser mãe, pude me livrar das correntes que arrastavam nos meus pés e nos de minha mãe. Tanta dor, por tantos anos.</p>
<p>Isso porque ser mãe nos abre novos horizontes. Gerar, parir e criar um indivíduo, uma nova vida, nos faz olhar para o mundo com olhos despretensiosos. Nos faz abrir mão do excesso de consumismo e, principalmente, nos faz valorizar o que realmente importa: aqueles pequenos prazeres tão escondidos na convivência, na vida real, essa aqui mesmo, dos pequenos detalhes do cotidiano.</p>
<p>E é por isso que hoje eu tenho aqui Eduardo e Luca, que fazem a minha vida ser tão plena. Que me fazem ter a coragem de ser mãe 24 horas por dia. Que me fazem tão corajosa e sublime ao ponto de romper com o mundo para me dedicar a eles.</p>
<p>Obrigada, meus amores, por eu ter o que comemorar no próximo domingo. Muito além do consumo que envolve a data, obrigada por me lembrarem a doçura que é ser mãe!</p>
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		<title>Ortopé, Ortopé, tão bonitiiiiinho</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 02:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que eu gosto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu tenho muitas lembranças da minha infância. Algumas tristes, é verdade, mas a maior parte, felizmente, são bem doces. Recheadas de bons monentos, de alegrias, de traquinagens, de aventuras de criança.
E ser criança na década de 80 era algo muito diferente do que é ser petiz hoje em dia. Isso porque, naquela época, a gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/ortope_homeflash4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1522" title="ortope_homeflash" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/ortope_homeflash4.jpg" alt="" width="690" height="259" /></a></p>
<p>Eu tenho muitas lembranças da minha infância. Algumas tristes, é verdade, mas a maior parte, felizmente, são bem doces. Recheadas de bons monentos, de alegrias, de traquinagens, de aventuras de criança.</p>
<p>E ser criança na década de 80 era algo muito diferente do que é ser petiz hoje em dia. Isso porque, naquela época, a gente brincava na rua, subia em árvore, andava de bicicleta no campinho, empinava pipa no terreno baldio. Coisas raras hoje em dia.</p>
<p>E desde aquele tempo já havia uma marca que fazia a cabeça, ou melhor, os pés da gente. A Ortopé, que tinha aquele jingle lindo: &#8220;Ortopé, Ortopé, tão bonitiiiinho&#8221;. Lá em casa, apesar dos recursos serem tão curtos, a gente andava sempre na estica. Com retalhos eram feitos os vestidinhos e nos pés os sapatinhos eram Ortopé.</p>
<p>E não é que levei um susto daqueles quando vi a Ortopé esses dias. Eu, agora mãe, comprando Ortopé pros meus meninos. Que bacana ver uma marca que a gente usou agora no armário de nossos filhos. Sobretudo se a gente tem boas lembranças.<br />
<a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/ortope_post.jpg"><img class="size-full wp-image-1511 alignright" title="ortope_post" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/ortope_post.jpg" alt="" width="337" height="353" /></a><br />
E a Ortopé está com uma promoção incrível. É a Ortopé Eco, que tem o mote &#8220;Crie um filho, plante uma árvore, escreva um livro&#8221;. Uma oportunidade e tanto pra gente mostrar que está construindo um futuro legal para os nossos pequenos.</p>
<p>Há três formas de participar da promoção: enviando uma foto em que esteja em uma situação ecológica, de preferência ligada ao plantio de uma árvore; enviando uma foto dos filhos em contato com a natureza; ou enviar um texto de sua autoria que fale sobre algum assunto ligado à crianças e a ecologia.</p>
<p>Os prêmios são produtos da linha Ortopé e a promoção vai até 6 de dezembro de 2010. Além disso, as melhores histórias farão parte de um livro lançado pela marca. Os vencedores serão anunciados no <a href="http://www.ortopeeco.com.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ortopeeco.com.br/?referer=');">hotsite </a>da promoção em até 30 dias após o término.</p>
<p>E aí, que tal participar e se lembrar dos bons momentos da infância? Aquela velha infância, quando subir em árvore era algo tão natural.</p>
<p><em>*Este post é um publieditorial.</em></p>
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		<title>Da minha precoce nostalgia</title>
		<link>http://www.glauciananunes.com/da-minha-precoce-nostalgia/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que eu gosto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Porto, dizer a minha neta:
- Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.
E assim, dizer apontando o indicador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/shoes_large.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1505" title="shoes_large" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/shoes_large.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Porto, dizer a minha neta:</p>
<p>- Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.</p>
<p>E assim, dizer apontando o indicador para o alto: &#8211; O nome disso não é conselho, isso se chama corroboração!</p>
<p>Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte.</p>
<p>Por isso, vou colocar mais ou menos assim:</p>
<p>É preciso coragem para ser feliz. Seja valente.<br />
Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão.<br />
E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação.</p>
<p>Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai depender só de você.<br />
Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim.</p>
<p>Aproveite sua casa, mas vá a Fernando de Noronha, a Barcelona e a Austrália.<br />
Cuide bem dos seus dentes.<br />
Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro.<br />
Não corra o risco de envelhecer dizendo &#8220;ah, se eu tivesse feito&#8230;&#8221;<br />
Tenha uma vida rica de vida.<br />
(Vai que o carteiro ganha na loteria &#8211; tudo é possível, e o futuro é imprevisível.)</p>
<p>Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela.<br />
Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor.<br />
E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários.</p>
<p>Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status.<br />
A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco!</p>
<p>Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de aperfeiçoar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém diferente de você. Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no<br />
olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão.</p>
<p>Faça do fogão, do pente, da caneta, do papel e do armário, seus instrumentos de criação. Leia.<br />
Pinte, desenhe, escreva. E por favor, dance, dance, dance até o fim, se não por você, o faça por mim.</p>
<p>Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão.<br />
Cultive os amigos. Eles são a natureza ao nosso favor e uma das formas mais raras de amor.<br />
Não cultive as mágoas &#8211; porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza.</p>
<p>Era só isso minha querida. Agora é a sua vez. Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte: como vai você?</p>
<p><em>Por Maria Sanz Martins</em></p>
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		<title>Coração de mãe é grande e doi</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu tenho uma máxima que é assim: que doa em mim a pior dor possível, mas que meu filho não sofra nada.
Desde que me tornei mãe meu universo mudou. E não mudou apenas a balela das noites mal dormidas, das refeições paradas pelo choro do bebê. Minha vida mudou radicalmente na essência mesmo. No meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/theo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1499" title="theo" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/05/theo1-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p>Eu tenho uma máxima que é assim: que doa em mim a pior dor possível, mas que meu filho não sofra nada.</p>
<p>Desde que me tornei mãe meu universo mudou. E não mudou apenas a balela das noites mal dormidas, das refeições paradas pelo choro do bebê. Minha vida mudou radicalmente na essência mesmo. No meu ponto de vista. Nas minhas visões de mundo e, sobretudo, em minhas prioridades.</p>
<p>Eduardo e Luca trouxeram um novo prisma. Isso que me faz viver de forma mais plena e feliz. E é por isso que ao saber hoje da patologia de um bebê que eu sequer conheço, pensei em primeiro lugar em sua mãe. É claro que uma criança sofrer é doloroso demais, mas me coloquei no lugar da mãe.</p>
<p>É por isso que eu já ajudei financeiramente e divulgo aqui o caso para que você também possa ajudar.</p>
<p>O Theo, filho da <a href="http://vivoesinto.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/vivoesinto.blogspot.com/?referer=');">Aline Bretas</a>, uma das mães da @turmadabarriga, do twitter, tem síndrome de má absorção intestinal, ou seja, o organismo dele não absorve os nutrientes necessários, assim ele não ganha peso. Nos últimos dois meses ele perdeu cerca de 1kg e esta com apenas 4.200kg com 5 meses de vida. Seu quadro agora é de alto grau de desnutrição. Portanto, ele precisa de um leite especial chamado Neocate, que custa R$500,00 reais a lata de 400g, e dura 4 dias. O governo disponibilizará as latas dentro de 30 a 40 dias, quando terminar o processo em que os pais deram entrada. E mesmo assim, o governo disponibiliza apenas 4 latas ao mês, o que não é nem metade do necessário. Enquanto isso, eles estão tendo que comprá-las com dinheiro do próprio bolso.</p>
<p>Quem se sentir tocado, que dê o primeiro passo. Os dados para depósito são:</p>
<p>Banco Bradesco<br />
Ag.: 1200<br />
CC.: 0027462-3<br />
Leonardo Salomão Simões (o papai do Theo)</p>
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		<title>A circularidade da vida e das coisas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Eu sempre acreditei que o bem feito de coração voltava, de alguma forma, para quem o pratica. Não sei ao certo se aprendi isso com minha mãe ou se carrego mesmo essa convicção comigo desde sempre, de outrora.
O fato é que o inverso é bem verdadeiro nisso. Penso que o mal que se faz também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/roda2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1528" title="roda" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/roda2.jpg" alt="" width="690" height="243" /></a></p>
<p>Eu sempre acreditei que o bem feito de coração voltava, de alguma forma, para quem o pratica. Não sei ao certo se aprendi isso com minha mãe ou se carrego mesmo essa convicção comigo desde sempre, de outrora.</p>
<p>O fato é que o inverso é bem verdadeiro nisso. Penso que o mal que se faz também volta. Isso porque a vida é cíclica, eu enxergo o tempo como circular e as energias estão por aí, fluindo. Basta estar na mesma frequência que elas e pronto, elas colam em você, como poeira gruda na margarina do pão quando ele cai pra baixo.</p>
<p>Me lembro bem do filme <em>Crash &#8211; No Limite</em>, que assisti apenas uma vez, mas o suficiente para lembrar bem sobre o que ele fala, a tal circularidade. No passado até escrevi algo sobre ele. Lá, naquele texto, eu dizia que nada acontece por acaso e que não somos joguetes do destino, não. Somos muito protagonistas da nossa própria vida, por mais que alguns tentem ser meros coadjuvantes. Cada qual, no seu espaço, comanda seu próprio destino. E via de regra se sai melhor aquele que tem essa consciência.</p>
<p>É por isso que eu vejo por aí gente quebrando a cara. Uns quebrando de acordo mesmo. Outros quebrando um pouquinho por dia. Doloroso isso. Desejar a maldade ao outro. Tripudiar sobre os sentimentos das pessoas. Zombar daqueles mais vulneráveis que nós. São atitudes de baixa energia, que um dia, de alguma forma, voltarão para nós.</p>
<p>Castigo de Deus? Punição da vida? Não, nada disso, apenas uma lei natural. Ação e reação. As energias, como eu já disse, estão por aí. Basta estar na mesma sintonia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mãe é camaleão. Camalemãe?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:00:45 +0000</pubDate>
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&#8220;Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe&#8221;. Essa frase é muito bonita na publicidade, mas na prática, nessa vida real, diária aqui, de verdade, é pura balela. Não estou tirando o romantismo da maternidade, pelo contrário, acho mesmo que o romance está na realidade, na pureza do dia-a-dia, com encontros e desencontros.
Pois bem, tornar-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/mae_edit4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1386" title="mae_edit" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/mae_edit4.gif" alt="" width="700" height="259" /></a></p>
<p>&#8220;Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe&#8221;. Essa frase é muito bonita na publicidade, mas na prática, nessa vida real, diária aqui, de verdade, é pura balela. Não estou tirando o romantismo da maternidade, pelo contrário, acho mesmo que o romance está na realidade, na pureza do dia-a-dia, com encontros e desencontros.</p>
<p>Pois bem, tornar-se mãe é um processo que não ocorre naturalmente com o nascimento do bebê. Na verdade, todo o preparo começa na gestação. São nove longos meses, nos quais o corpo da mulher vai se modificando, seus hormônios dançam em fúria e calmaria e sua mente vai se preparando para o processo mais transformador de sua vida. Depois de ter um filho nenhuma mulher vai ser como antes. Não julgo que todas as fêmeas agem da mesma forma, mas que não terão a mesma percepção do mundo, em algo grau, isso é fato.</p>
<p>Apesar de acreditar nessa transformação, eu realmente penso que ela não acontece no nascimento do bebê como afirma a Natura. Ser mãe é um desafio feito dia após dia, conforme cuidamos de nossa cria. A maternidade é algo que vai se desenvolvendo na mulher.</p>
<p>Aprender a ser mãe, esse é o ponto. E isso acontece na prática, no erro e no acerto. Na dificuldade da amamentação, na doação exclusiva de tantas horas de falta de sono, no balanço de pernas e braços, no carinho e na atenção dispensada. Bebê e mulher aprendem a ter novos papeis no encontro de ambos, na simbiose que existe entre essas duas almas, para sempre ligadas pelo elo mais forte.</p>
<p>E não se trata de um aprendizado fácil. Nunca, talvez em nenhum outro momento da vida, foi necessária tanta doação, tanto desapego, gostar de alguém que não pode te oferecer nada em troca. Pelo menos, nada considerado material ou concreto em troca. Doar simplesmente por amar. são meses, quiçá anos, que a mulher deixa, em partes, de ser um indíviduo único. Tem sempre por quem pensar, quem levar, quem carregar, quem cuidar, quem alimentar, quem limpar, quem educar.</p>
<p>E como não cansar desse papel por muitas e muitas vezes? É inegável o amor incondicional que sentimos por nossas crias, mas se abdicar de tantas coisas pelo outro é algo que realmente deixa qualquer ser-humano confuso, cansado e, porque não, carente?</p>
<p>Ser mãe é isso. É a união de muitos sentimentos, é o aprendizado diário, é ser mulher, é continuar a ter os seus desejos pessoais, é sentir-se culpada sempre, é ser como camaleão, é ter mil faces, é amar sem precedentes e topar qualquer parada. E é justamente por isso que eu afirmo que, entre outras poucas coisas, eu nasci pra ser mãe.</p>
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		<title>Chorinho? Não, vou de Rock and Roll</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:58:25 +0000</pubDate>
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Ontem eu chorei. Mas, anteontem também. E no final de semana também. Mas, não, eu não estou triste. Aliás, estou é feliz demais, grata porque a vida só me dá felicidades. Não tenho do que reclamar, só tenho a agradecer, contente, o muito que me é dado. Esse muito que não é comprado pelo dinheiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/lights_by_danyellah.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/lights_by_danyellah.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-1330" title="Lights_by_danyellah" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/lights_by_danyellah.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Ontem eu chorei. Mas, anteontem também. E no final de semana também. Mas, não, eu não estou triste. Aliás, estou é feliz demais, grata porque a vida só me dá felicidades. Não tenho do que reclamar, só tenho a agradecer, contente, o muito que me é dado. Esse muito que não é comprado pelo dinheiro, que não se pega na prateleira, que não se encontra nas fugacidades da vida.</p>
<p>Chorei foi mesmo de nostalgia. Ou fora de saudade. Não sei ao certo a diferença entre essas duas palavras, mas chorei. Um chorinho misturado com riso. Aquelas lágrimas que caem enquanto você canta, e ri, e chora. E foi assim, às quatro da tarde, porque emoção mesmo, essa que sai de dentro, não tem hora nem lugar pra florescer.</p>
<p>Era &#8220;<em>The Wonders</em>&#8220;. Era &#8220;<em>That Thing You Do</em>&#8220;. Era uma cidade quente. Era menina moça. Era faculdade. Era verão o ano inteiro. Era cachaça dia sim e no outro também. Era o inesperado. Era amor de frio na barriga. Era São João em mês gelado. Era esfirra na madrugada. Era lanche de tarde. Era pouca regra. Era muita festa.</p>
<p>E no &#8220;<em>And I tried and tried to forget you, girl. But it&#8217;s just so hard to do</em>&#8221; eu voltava para aquele tempo e via tudo tão nítido, como filme em tela de bom cinema. E me dava saudade. Ou dava nostalgia. Ou dava tudo isso aí junto.</p>
<p>Como é bom ter tanta memória pra sentir e se orgulhar do caminho que trilhamos. Afinal, a vida da gente é feitinha disso aí, de pedaços de tempo recortados à mão e colados num álbum sem muito cuidado.</p>
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		<title>E aí, meu querido brother?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:56:09 +0000</pubDate>
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Eu não sei o que é ter um irmão. Na prática não os tive, mas na teoria sim. Tenho duas meia-irmãs, filhas de meu pai biológico, mas só as vi uma vez na vida. Tenho um irmãozinho recente, filho do meu outro pai. Esse rolo familiar que nossos pais nos metem. Além disso, ainda fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/capa.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1376" title="capa" src="http://www.glauciananunes.com/wp-content/uploads/2010/03/capa.gif" alt="" width="700" height="244" /></a></p>
<p>Eu não sei o que é ter um irmão. Na prática não os tive, mas na teoria sim. Tenho duas meia-irmãs, filhas de meu pai biológico, mas só as vi uma vez na vida. Tenho um irmãozinho recente, filho do meu outro pai. Esse rolo familiar que nossos pais nos metem. Além disso, ainda fui criada, grande parte da minha vida, na mesma casa que meus cinco primos, todos irmãos. Com eles, aprendi a dividir, a chorar, a bater, a ter companhia e muitas outras coisas que se aprende no relacionamento familiar.</p>
<p>Mas, ainda sim, acredito que não sei exatamente o que é ter um irmão. Isso porque eu não vi a barriga da minha mãe crescer, não cheguei em casa e me deparei com um bebezinho, não perdi o meu reinado em casa e uma série de coisas que passa o irmão mais velho.</p>
<p>Deve ser por isso que mexe tanto comigo o fato de ser mãe de dois filhos. Desde que a maternidade aflorou em mim sempre disse que queria ter mais de uma cria. Afinal de contas, acho mesmo que formar família é o grande barato dessa vida. Somado ao fato de ter encontrado um companheiro 100% à favor de uma prole, pronto, aqui estão Eduardo e Luca.</p>
<p>Desde o dia que Luca chegou ao mundo é que as pulgas moram atrás de minha orelha e que meu coração sofre um tantinho. Explico. Eu, por não ter tido irmãos, não sei que processo é esse que ocorre entre eles. Como eles se sentem? O que se passa na cabeça e no coração deles? E pior, como mãe, como é que vou lidar com duas crianças diferentes, com personalidades únicas e demandas próprias?</p>
<p>Foi por isso que no nosso primeiro dia em casa, após a saída da maternidade, eu chorei sentada no sofá enquanto os pequenos dormiam. Sentia um aperto no coração por Eduardo pedir o meu colo enquanto eu amamentava Luca. E ao contrário também. Quando Luca chorava de fome e Eduardo me olhava com aquela carinha pedindo para eu não parar de brincar com ele.</p>
<p>Ambos estão perdendo? Ou ambos estão ganhando? Afinal de contas, apesar de não ter irmãos nessa vida, carrego comigo o quão sublime deve ser essa relação. E me orgulho muito de poder proporcionar esse relacionamento que não tive a duas pessoas.</p>
<p>Sigo ainda me adaptando a dividir as atenções e a mostrar a ambos o quanto eu os amo de forma igual, apesar das diferenças entre cada um deles. Tenho convicção de que farei o meu melhor para que essas crianças possam crescer tendo como base um ao outro. Que eles possam ser um elo de confiança e amizade entre si. Que possam se orgulhar de terem um irmão.</p>
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