Tas postou, em 19 de março, o mesmo dia da polêmica, em seu blog um texto de esclarecimento sobre a matéria do Wall Street Journal, que afirma que ele teria um contrato para tuítar para a Telefonica.

O dia foi agitado no twitter, sobretudo porque alguns dos seguidores de Tas sentiram-se desconfortáveis por imaginar que o jornalista estaria sendo patrocinado para falar bem da empresa de telefonia.

Ele afirma que foi contratado pela agência iThink para apresentar um filme que mostra o serviço novo da Telefonica em um evento. Depois disso, fechou um contrato com a própria Telefonica para divulgar pelo seu twitter algumas dicas de vídeos apropriados para quem tem banda larga.

Tas explica, ainda, que tudo seria feito na maior transparência, já que esses posts de conteúdo editorial diferenciado seriam indicados com a tag #xtreme. E ressalta que toda postagem em seu twitter continua sendo de sua única responsabilidade e que ele não tem a obrigação de falar bem ou “vender” o serviço da Telefonica.

Taí, transparência jornalística é isso, minha gente. E eu, como twitteira e seguidora de Tas no microblog não vejo problema nenhum se ele realmente ganhasse rios de dinheiro para falar bem de qualquer produto. Afinal de contas, acho que consigo filtrar a publicidade em meus atos de consumo e não me sentiria lesada por ele.

Aposto que isso vai virar pauta no próximo CQC. Não perco por nada as piadas que essa polêmica vai render!

Para ver o texto na íntegra, clique aqui.

Imagem retirada do Blog do Tas. O Marco Luque saiu de penetra ali atrás, que engraçado!

Imagem retirada do Blog do Tas. O Marco Luque saiu de penetra ali atrás, com um olhar para o "nada". Que engraçado!

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tasPolêmicas virais! A Internet tem dessas coisas. E a polêmica instantânea e viral da vez é o possível acordo da Telefonica, a gigante da telefonia mundial, e o comediante e jornalista brasileiro, Marcelo Tas.

De acordo com o site do Wall Street Journal [na matéria "In Brazil, Telefónica Bets on a Celebrity's 'Tweets'], Tas teria sido contactado pela empresa espanhola para mencionar em seus posts no twitter sobre o Xtreme, serviço de Internet e TV por fibra ótica no Brasil.

A popularidade de Tas no twitter foi o que motivou a Telefonica a fazer isso, já que ele é o perfil mais seguido da ferramenta de microblog, com mais de 18 mil seguidores. Ele começou a usar essa mídia social há menos de três anos e tornou-se o maior sucesso twitter-tupiniquim.

E hoje, 19 de março de 2009, não se fala em outra coisa no twitter a não ser nessa polêmica de que Tas estaria ganhando dinheiro para promover a Telefonica em 20 tuítes pagos mensalmente. Percebo que, de certa forma, os seguidores dele estão sentindo-se traídos.

E me pegunto: quem é que não quer ganhar dinheiro com a web hoje em dia, se é que essa história é real mesmo? O próprio Marcelo Tas se manifestou e disse “Texto do WSJ gera ruído delirante: este twitter NÃO é pago para falar bem nem da Telefonica nem de ninguém. Volto já“. E logo depois: “Daqui a pouco, para quem interessar, eu conto tudo. Para os ejaculadores precoces que quiserem unfollow, suerte e byebye…“.

tas

Isso significa que tem gente deixando de seguir o jornalista por conta dessa web polêmica. E isso me faz pensar no poder da web 2.0. Da mesma forma que celebridades podem ganhar rápido brilho e notoriedade também pode se queimar rapidamente [vide Daniela Cicarelli e sua aventura em alto-mar e a ex-BBB Maíra e seu pornô caseiro]. E às vezes nem dá tempo de explicar a verdadeira história.

Vamos esperar para ver o que Tas tem a dizer sobre isso. E se realmente ele estiver ganhando dinheiro com a Telefonica, que bom para ele. Afinal, essa companhia tira tanta bufunfa de nós, que seria uma vingança bem gostosa algum indivíduo como eu e você, que tuíta, levar um pouquinho da riqueza incalculável da #telefonicalixo.

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Eu e as focas. As focas e eu

Posted by glauciana on March 5th, 2009 in Comunicação 5 Comments

escola
Voltei ontem para a faculdade de Jornalismo. Com muita relutância e desgosto, mas voltei. Preciso finalizar isso. Não vou viver a minha vida completamente por não ter finalizado uma coisa, na qual investi tempo e dedicação.

Sou a favor do jornalista por formação, mas há anos que eu atuo – de certa forma – como jornalista e só tenho o diploma da minha graduação de Relações Públicas. Pretensão à parte, acho que tenho capacidade o suficiente para continuar a minha carreira sem essas idas à faculdade, anyway, agora é questão de honra deter aqueles numerozinhos do MTB, o registro de jornalista.

Ontem encarei o cansaço, o calor, a vontade de ficar em casa com meu filhote e o desânimo e rumei para a Uni Sant’Anna. A sala deve ter uns 30 alunos, é pequena e a professora perdeu metade da aula escrevendo lousas e lousas de texto.

Por conta de uma estratégia mercadológica, a Uni Sant’Anna mudou o seu perfil de público há alguns anos atrás. E eu fui, parcialmente, responsável por isso – já que trabalhava para uma consultoria que fez diversas parcerias com associações e movimentos populares.

Dessa forma, a Uni Sant’Anna hoje é, predominantemente, uma instituição educacional voltada ao público C, D e E. O que é algo super legal, porque é a educação superior chegando às classes mais baixas da sociedade.

O ponto ruim de tudo isso é que – como as mensalidades estão mais baixas e o nível de desconto é alto – existem muuuuuitos alunos. Ir ao banheiro é sinônimo de fila, chegar atrasada na sala de aula é sinônimo de falta de cadeira e comprar um salgado na cantinha é sinônimo de fome.

Além disso, não estou mais no pique de frequentar faculdade. Não tenho mais paciência para aquele “clima colegial” que existe nas faculdades… já foi o meu tempo, cá entre nós. Curti intensamente a minha vida de high school style lá na Unesp Bauru.

Mas, o que mais me impressionou mesmo foi perceber que a maior parte dos estudantes da minha sala talvez nunca cheguem à redação de um jornal, a um escritório de Assessoria de Imprensa ou a uma sala de redação online. Não sei se é um preconceito, mas não tive a percepção de que aquelas pessoas terão uma formação suficientemente eficaz que os faça competir com outros focas do mercado e que ganhem vagas na área.

Tomara que isso seja apenas uma triste constatação e eu esteja errada. Adoraria estar errada nesse aspecto. Enquanto isso, continuo batendo o cartão nas aulas com meu livro à tiracolo.

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Língua reformada

Posted by glauciana on February 27th, 2009 in Comunicação 2 Comments

lingua
A reforma ortográfica veio com a intenção de unificar a língua portuguesa entre todos os países falantes dela. E eu acho bem pertinente, já que o português é o sétimo idioma mais falado no mundo, ficando atrás apenas do chinês, hindi, inglês, espanhol, bengali e árabe.

Ao todo, são oito os países que têm o português como idioma oficial — Portugal, Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste –, e mais de 230 milhões de falantes no planeta.

Apesar de achar a reforma com uma proposta interessante, para nós alfabetizados nas antigas regras é muito difícil assimilar tudo que é novo. E, confesso, tenho até certa resistência com essa mudança.

Sei que para uma comunicadora é questão primordial sair por aí escrevendo tudo nas normas corretas, mas romper com tudo o que aprendi é muito difícil. Parece que estou deixando de ser fiel à minha língua, que eu prezo tanto.

Meu colega de profissão, o gaúcho Fabrício Carpinejar, escreveu algo que adorei: “Não me adaptei para as mudanças ortográficas. Não estudei a fundo a reforma a ponto de adotá-la. São idéias. São vôos. Pêra continua com a casca. Pêlo segue sem depilação. Heróico ainda é covarde.”

Para a nova geração que será alfabetizada as novas regras não serão novas, é claro. Para eles será bem mais fácil apreender [isso mesmo, com dois "e", de captar, compreender].

Eles, sim, creem na feiura da jiboia.

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Escrever não é simples como falar

Posted by glauciana on January 21st, 2009 in Comunicação 2 Comments

LEBANON/Sinto uma certa dificuldade no trabalho. Aliás, não é um problema apenas da empresa onde estou atualmente, mas de todas por qual já passei, exceto a Editora Alto Astral.

As pessoas saem por aí escrevendo. Acham que escrever é como falar, que basta abrir a boca. E isso é grave! Porque todo mundo sai por aí escrevendo? Redigir é uma arte. Existem cursos, graduações e talento envolvidos.

Não basta ser bom conhecedor da sua área de atuação para lhe garantir a premissa de escrever. Escrever é sério.

Talvez eu seja uma vã defensora das letras, mas acho que a escrita deve ser levada a sério e que as empresas devem ter os seus comunicadores – que estudaram e têm algum conhecimento em redação – para redigirem seus conteúdos.

E cada setor deve, sim, passar a sugestão de pauta. Afinal, eles conhecem mais do que ninguém seus produtos, serviços e estratégias. Agora, acharem que estão aptos a escrever é uma outra história.

E acho que poucos concordam comigo… deve ser por isso que vemos tantas barbaridades sendo publicadas por aí!

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Em tempos de internet, interação, globalização, iPods, iTochs, Podcasts, qualquer ação pode virar mais uma mídia.

E o Obama, o homem mais poderoso do momento, não poderia ficar de fora, né?!?!

O site ReadWriteWeb jogou o discurso de posse do Barack Obama no gerador de nuvem de tag, o Wordle.net, e comparou com o primeiro discurso do Bush. Vale a pena ver as diferenças e como isso é interessante!

Have fun!

Discurso do Obama

Discurso do Obama

Discurso do Bush

Discurso do Bush

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Top Agências de Publicidade brasileiras em 2008

Posted by glauciana on January 7th, 2009 in Comunicação No Comments

Além e apesar da crise do ano passado, o mercado publicitário pareceu não ter sido abalado por ela. Ao contrário, a impressão que tenho é que com a crise, os anunciantes foram ainda mais à forra e colocaram seus produtos e empresas na mídia.

O Ibope Monitor divulgou o ranking das 50 empresas de comunicação que mais faturaram nos primeiros 11 meses de 2008. Novamente, deu Y R na cabeça, com 4 bilhões de reais em faturamento bruto. Muito a frente da segunda colocada, a JWT, com 1 milhão e meio. Chuto que esse valor exorbitante da empresa do Justus é que ele tem na carteira a Casas Bahia, o maior anunciante do Brasil.

E se publicidade é sedução, os valores que giram no meio também não poderiam ser menos sedutores:

Posição Agência Faturamento
1 Y R 4.081.612
2 JWT 1.697.008
3 ALMAP BBDO 1.615.221
4 DM9DDB 1.206.530
5 MCCANN ERICKSON 1.199.725
6 OGILVY E MATHER BRASIL 1.119.578
7 AFRICA 1.064.871
8 GIOVANNI DRAFTFCB 1.040.140
9 LEO BURNETT 889.892
10 NEOGAMA 864.596
11 F NAZCA S E S 849.680
12 EURO RSCG BRASIL 824.728
13 LEW LARA TBWA 820.977
14 BORGHIERH LOWE 794.221
15 TALENT 780.918
16 PPR 629.951
17 Z MAIS 599.815
18 DPZ 553.387
19 FISCHER AMERICA 515.657
20 ARTPLAN 502.326
21 LODUCCA PUBLICIDADE 489.508
22 PUBLICIS BRASIL 473.933
23 141 SOHO SQUARE 473.779
24 AGENCIA FALA 457.218
25 PROPEG 454.209
26 MPM PROPAGANDA 434.382
27 NOVA SB 420.779
28 EUGENIO PUBLICIDADE 416.243
29 MY PROPAGANDA 412.712
30 MOHALLEM MEIRELLES 320.253
31 P A PUBLICIDADE 309.771
32 DENTSU 307.357
33 TATERKA 300.468
34 MULTI SOLUTION 299.255
35 SALLES CHEMISTRI 286.552
36 LONGPLAY COMUNICACAO 360 270.418
37 MASTER 238.483
38 QG PROPAGANDA 229.936
39 CITYTEL 219.818
40 PRO BRASIL 215.924
41 W/BRASIL 195.549
42 FULLPACK COMUNICACAO 183.306
43 GP7 180.183
44 ESCALA COMUNICACAO 156.101
45 WOODY SM2 149.293
46 DCS COMUNICACOES 147.086
47 SANTA CLARA 135.358
48 AGNELO PACHECO COMUNICACAO 131.164
49 P E M PUBLICIDADE E MARKETING 129.793
50 MATOSGREY 123.332

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Planejamento X Tempo

Posted by glauciana on November 20th, 2008 in Arquitetura de Informação, Comunicação 2 Comments

missao

Idéia. Braimstorming. Briefing. Documentação. Pesquisa com Usuário. Wireframe. Layout/Programação. Publicação. Divulgação.

Essas são as etapas perfeitas de um projeto web, sobretudo na visão do Arquiteto de Informação, que tem por missão planejar a estruturar a navegabilidade da interface, levando em conta o usuário final. Além disso, documentar tudo o que é discutido é imprenscindível e evita que as idéias fiquem soltas pelo ar.

Entretanto, quem souber me responda, por favor. Como é feita a documentação quando o projeto começa de um dia para o outro? Como conseguir planejar e atuar ao mesmo tempo? Como montar todo o escopo do site antes dele entrar em produção?

Não tenho respostas teóricas prontas, porque o fato – por si só – já vai contra qualquer teoria que prega: “planejamento e documentação são etapas anteriores ao desenvolvimento do projeto”. Mas, esses acadêmicos estão bem longe das empresas, que correm contra o tempo e têm metas a atingir. Então, o ideal é tentar mesclar a teoria com a prática nossa de cada dia.

Imagino que o dilema Planejamento X Tempo seja o calcanhar de Aquiles dos Arquitetos de Informação. E, como profissionais versáteis que somos, o jeito é rebolar e tentar documentar o máximo possível durante o projeto.

Não é fácil, mas necessário! A minha dica é, durante o desenvolvimento, ir documentando o que está sendo discutido e fazendo versões do mesmo documento. Se o trabalho é interno, talvez fique mais fácil, porque a equipe pode ter acesso ao documento a qualquer momento na rede ou com o próprio product owner. Mas, mesmo que o projeto esteja sendo desenvolvido em alguma agência, o conteúdo deve ir chegando para eles em versões.

A medida que as idéias forem surgindo e tomando formas mais definidas, cabe ao Arquiteto de Informação documentar tudo isso, pensar no fluxo mais certo e adequado para o público-alvo e ir passando para o restante da equipe produzir.

Sem dúvida esse não é o melhor cenário, mas correndo contra o tempo é o melhor que temos a fazer. E você, passa por esse tipo de desafio na sua empresa?

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akinator_1_defi1A brincadeira é fácil: é só pensar em uma personalidade, nacional ou gringa, e o novo site da web descobre quem você pensou. São, aproximadamente, 20 perguntas com respostas de múltipla escolha – sim, não, provavelmente sim, provavelmente não e não sei, e se você der certinho as instruções para o Akinator – the web genious ele descobre!

O site está apenas disponível em Inglês, Hebraico e Alemão. Chama atenção pelo banco de dados gigante que tem por trás do sistema, já que as personalidades aparecem listadas com fotos. E os cruzamentos de respostas e deduções que deve fazer só pode ser coisa de nerd japonês de Internet. Mais uma onda. Experimente!

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O valor dos serviços

Posted by glauciana on October 31st, 2008 in Comunicação 2 Comments

Passei essa noite na companhia – da conversa e do vinho português – de uma grande amiga de infância, a Jamaína Vilella, que passou os últimos quatro anos morando na Europa. Nessa temporada, ela passou por Escócia, Inglaterra, Alemanha e Portugal.

Embora seja formada em Letras, pela UNESP – Assis, e tenha uma boa experiência como professora de Língua Portuguesa e Inglesa, Jamaína, para alongar ainda mais as estatísticas dos consulados, acabou atuando em outras áreas fora do Brasil, que não a sua profissão.

E entre um gole e outro, acabamos entrando no assunto de quão valorizado o segmento de serviços é na Europa. Simples entender o porquê. Em países de primeiro mundo, os indíviduos são bastante qualificados profissionalmente e não se submetem a desempenhar funções como atendente, pedreiro, padeiro, garçom, eletricista e outras tantas fundamentais em nosso dia-a-dia.

Como acontece em São Paulo, que parece que a maior parte desses profissionais é migrante do nordeste, nos países além Atlântico, as pessoas que atuam nessas áreas são de países pobres e, em sua maioria, ilegais.

A diferença entre São Paulo e Londres, por exemplo, é que a garçonete que serve um café da Starbucks é valorizada pelo trabalho que faz, pelas 12 horas que fica em pé, pelas xícaras que lava, pelos sorrisos que distribui aos clientes, pelas bandejas que recolhe das mesas.

Lá, esse pessoal recebe, além do salário mensal – que não é tão baixo como no Brasil – gorjeta dos frequentadores do local. E os clientes têm o hábito de levarem seus copos até o balcão quando terminam seu suco. Uma diferença cultural mesmo. Segundo Jamaína, é raro ver alguém levantando da mesa sem levar até o balcão os utensílios que usou.

Ela me confidenciou também que sofreu fortemente a xenofobia em alguns momentos, como quando recebeu um cliente no restaurante em Lisboa, onde atuava como uma espécie de Relações Públicas, e ele se recusou a falar com ela por conta de seu sotaque diferente. Para humilhá-la, começou a falar em inglês. Para sua surpresa, felizmente, ela respondeu em um inglês, by Reino Unido, bem carregado.

É claro que a grosseria e a falta de sensibilidade humana existe em qualquer parte do mundo, mas pensar que essas pessoas – que nos ajudam tanto na nossa rotina – são mais bem-remuneradas e tratadas com mais respeito around the world é um alívio. E você, já trabalhou no ramo de serviços? Qual foi a sua experiência?

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